quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Com o relacionamento virtual , casos assim vem se tornamdo um crime comum, fazendo vitimas .


ROMANCES VIRTUAIS


De acordo com a delegada, um homem teria feito mais de 15 vítimas na capital, mantendo e conseguindo vantagens a partir de relacionamentos virtuais. Duas jovens já teriam prestado queixa e a expectativa é que o episódio seja desvendado nas próximas semanas. No ano passado, apenas uma ocorrência desse tipo foi atendida na Delegacia de Investigações Especiais (Deic).
A funcionária pública Joana (45) não esquece o dia em que decidiu procurar um conhecido que trabalha como delegado para pedir orientações sobre a situação que estava vivendo.
“Foi ridículo contar que fui enganada pela internet. Tinha que ver o sorrisinho na cara do delegado enquanto conversava comigo”, revela, em entrevista realizada pela rede social Facebook.
A designer gráfico Roberta (40), que vive em Itajaí, Santa Catarina, confidenciou apenas para uma amiga que quase foi enganada por um scammer que conheceu no site de namoro Par Perfeito. Ele se apresentou como Fred Nandru, um engenheiro de perfuração que planejava até se mudar para o Brasil para viver junto com a moça. Tudo isso em apenas 15 dias de contato via internet. Mesmo desconfiada, a designer admite que se apaixonou. Mas  ela conseguiu reverter a situação: prometeu enviar os R$ 20 mil pedidos pelo suposto engenheiro, mas encerrou o contato com o criminoso em seguida.
 Para Marina, que teclou com um scammer durante dez dia,  esse tipo de golpe devasta as vítimas emocionalmente porque deixa claro até onde o ser humano “pode descer tentando destruir a vida e o sentimento do outro.”
Quem vive o dia a dia das delegacias, sabe que os registros envolvendo fraudes só não são maiores porque muitas vítimas, por vergonha ou medo, não formalizam as denúncias. É o que explica a adjunta da Delegacia da  Mulher de Goiânia (Deam), Ana Elisa Gomes Martins. Nessa semana, a  especializada iniciou as investigações de um caso semelhante, mas com golpistas goianos. 

Modus operandi

         Pesquisa da Universidade de Leicester, na Inglaterra, concluiu que cerca de 200.000 pessoas já foram enganadas em namoros virtuais. Os valores entregues a título de ajuda ao falso namorado ou namorada (sim, homens também são vítimas da fraude) vão desde parcos R$160 a quantias mais altas, chegando a R$ 900 mil.
A forma de ação dos scammers é semelhante. Eles se apresentam como homens com idade entre 39 e 55 anos, solteiros ou viúvos com filhos adolescentes. Trabalham como Funcionários Públicos,  engenheiros e arquitetos, negociantes de arte, de ouro ou de petróleo. Se dizem tementes a Deus e recheiam os e-mails com histórias tristes e comoventes.
Porém, tudo não passa estratégia para ganhar a confiança de quem está do outro lado do computador e conseguir que a futura vítima. Foi argumentando que o precisava comprar um presente para o filho que um scammer quase conseguiu tirar R$ 1,5 mil da técnica de segurança do trabalho Maria (33), que vive em Feira de Santana, na Bahia. Alertada pela mãe e por uma amiga, ela percebeu, antes de desembolsar o dinheiro, que tratava-se de um golpe.
Romantismo, a arma para a fraude.
* Nem mesmo os erros gramaticais são capazes de levantar suspeitas nas vítimas
'Eu quero que você saiba que eu nunca me senti relaxado com alguém assim em um tempo muito longo, sempre que eu falo com você, eu posso sentir sua sinceridade, eu posso sentir que há algo de mágico sobre nós dois. (…) Muito obrigado por seu e-mail lindo para me dar uma chance em sua vida para conhecê-lo melhor. (...) eu não estou interessado em outra pessoa. “Eu quero ter você em minha vida se você me daria uma chance em sua vida.”
* Problemas no computador: a desculpa para não mostrar o rosto
"Olá querida, pena que eu não tenho sido capaz de falar com você sobre o bate-papo, eu quero que você saiba que eu gosto tanto de você e muito interessado em conhecê-lo melhor, mas meu computador está com algum problema, mas espero que o técnico seria capaz de corrigi-lo hoje e seria conectado para conversar com você, eu estou tão ansiosa para falar com você, por favor, não perdem o interesse em mim.”

* Cartões extraviados, filhos doentes: o gancho para pedir
dinheiro, como ocorreu com a designer gráfico Roberta (40).
"Meu amor por favor, eu preciso de uma ajuda de você imediatamente para que eu possa pagar minhas contas de hotel porque vai chegar Brasil em breve. Meu amor tudo o que eu preciso de você é apenas 1.500 dólares para que eu possa pagar minhas contas de hotel e outras despesas aqui e tomar meu voo para estar com você em breve, quando eu chegar ao Brasil vou contatar o meu banco e pagar de volta o seu dinheiro. Meu amor eu vou pagar de volta o seu dinheiro, mesmo que você o quer em duplo amor meu, eu vou pagar de volta, por favor meu amor. (...)”
 https://www.youtube.com/watch?v=FRmRE7bbpsQ
Os lugares onde estes golpistas “caçam” suas vítimas, são bastante variados; sistemas tipo  Facebook e salas de “Bate-Papo” na internet, boates e         bailes e, quem diria, até igrejas.
Já foram registrados casos deste tipo com epílogos violentos ou até fatais.




quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O QUE FAZ TRAIR

A crença é de que os homens trairiam mais que as mulheres. Eles aprendem desde pequenos que podem ter mais de um relacionamento e sentem se, por isso, apoiados na infidelidade. A idealização da parceira perfeita, pelos homens, e do homem que as apoie e as ajude, pelas mulheres (que costumam confundir "casamento com felicidade"), faz com que as pessoas reivindiquem muito umas das outras, o que gera frustrações e abre caminho para a infidelidade.
A perda da atração pelo companheiro é uma causa muito citada pelas pessoas infiéis . O desejo também pode ir morrendo com a convivência, ou porque os parceiros já não são mais os mesmos (a mulher pode engordar muito ou o homem pode não gostar de tomar banho). Assim, o desejo vai sendo reprimido e as fantasias sexuais se multiplicam, até que um dia aparece uma terceira pessoa.

Quanto maior a duração do casamento, maiores as possibilidades de desilusão. As origens do desapontamento são: excesso de trabalho, longas separações, conflitos emocionais, manias, longos silêncios, enfim, uma série de fatores que levam ao inevitável tédio do dia-a-dia.

TODOS SÃO INFIEL

São todos infiel
Todas as pessoas são infiéis e, portanto, este comportamento poderia ser considerado normal e esperado.
Segundo algumas estimativas, cerca de metade das pessoas tem casos. Antigamente, os homens lideravam este ranking. Atualmente, as mulheres estão se equiparando nas estatísticas. Maior acesso ao trabalho, autonomia financeira, independência da opinião familiar e até a disseminação de comportamentos pela internet contribuem para isso. Ainda assim, a fidelidade conjugal continua sendo norma. A infidelidade seria, então, algo desarranjado e sintomático, que interferiria profundamente na confiança e intimidade do casal.

Mas há os que advogam a ideia de que a fidelidade, para a espécie humana, não é uma lei natural, isto é, os seres humanos não seriam monogâmicos por natureza, e sim devido a condicionantes culturais, tais como religião, moral etc. O fato é que todos podemos ser uma coisa ou outra, dependendo das circunstâncias sociais que nos cercam.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

A INFIDELIDADE CONJUGAL É TAMBÉM UMA MALDADE

Uma das dores emocionais tida como a mais forte e devastadora é a que uma pessoa traída pelo cônjuge experimenta. Pessoas que passaram por esta experiência descrevem que foi como se uma faca tivesse atingido seu coração, partindo-o.  
Estudo científico feito pela Profa. Dra. Carmita Abdo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, publicado com o título “Descobrimento Sexual do Brasil”, revela dados alarmantes sobre o perfil de infidelidade dos brasileiros, homens e mulheres.
Nada justifica a traição num casal. Mesmo que explique, não justifica. Justificar tem que ver com provar que houve uma razão legal (dentro da lei) para o ato, ou significa tratar como justo um comportamento ou ainda provar a existência de um motivo legítimo para o ato realizado.
Trair não é justo.
O cônjuge que trai age injustamente. O cônjuge traído talvez tenha sido injusto no sentido de ter privado o outro de atenções, sexo, diálogo, companhia, etc. Ambos, traído e traidor, geralmente têm culpa no caso de uma infidelidade no casamento. Na verdade, não há um carrasco e uma vítima. Ambos erram.
Há casos em que o traidor age com traição de maneira muito injusta, sendo, assim, muito mais culpado da situação de dor e desmoronamento do relacionamento, tendo aberto uma ferida de muito difícil cicatrização. Há pessoas que traem porque são compulsivas sexuais cujo cônjuge não tem quase nenhuma culpa, se alguma, pelos constantes e freqüentes episódios sexuais fora de casa deste indivíduo adicto ao sexo.
Trair é uma maldade. Também. Se o cônjuge traído sempre foi fiel e fica sabendo da situação, instala-se uma dor de difícil cura. Abre-se uma ferida cheia de “pus” de ódio, tristeza, estranheza, sensação de estar casado agora com um inimigo, “sangra” muito. O que era íntimo, fica afastado; o que era confiável, fica desconfiado; o que era amigo, parece inimigo; o que era conhecido, fica estranho.
Dra. Abdo e equipe pesquisaram entre 3106 mulheres brasileiras e encontraram que as que menos traem seu marido são as do Paraná (19,3%) enquanto que as que mais traem são do Estado do Rio (34,8%). Outros Estados ficaram assim quanto à percentagem de mulheres que traem (em média): Pará 20,3%; Santa Catarina 23,3%; Mato Grosso do Sul 23,6%; São Paulo 24,1%; Bahia 25,2%; Pernambuco 26,5%; Ceará 26,7%; Goiás 27,7%; Minas Gerais 29,5%; Rio Grande do Norte 30,2% e Rio Grande do Sul 31,7%.
Quanto aos homens, os que menos traem são os do Paraná também, mas mesmo assim com índice muito alto (43%). Depois vem São Paulo com 44%; Minas Gerais 52%; Rio Grande do Sul 60%; Ceará 61% e o estado com maior número de homens infiéis é a Bahia com 64%. Ou seja, em cada 100 homens baianos casados, 64 traem suas esposas em algum momento da vida segundo este estudo da Dra. Carmita.
A prevalência de um “caso sexual” entre 6846 participantes da pesquisa mostrou o seguinte quadro: 50,6% dos homens brasileiros admitiram ter tido um “caso sexual” com outra mulher, enquanto que 25,7% das mulheres admitiram ter tido sexo com outro homem. Ou seja, em cada 100 homens casados no Brasil, 50 tiveram um “caso” e em cada 100 mulheres casadas, quase 26 também tiveram contato extraconjugal sexual. Uma lástima e uma tragédia indevidamente alimentada pela má mídia.
A internet favorece a infidelidade conjugal. Pessoas casadas frustradas em seu casamento buscam “amor” virtual. Isto mascara o problema e pode complicar as coisas. Cerca de 60% dos casos de traição virtual termina em sexo real.
Uma pessoa casada que busca erotismo na internet está maltratando seu casamento porque estará comparando injustamente seu cônjuge com uma imagem pornográfica. Da mesma forma a pessoa casada frustrada em seu matrimônio que busca romance na internet está afundando ainda mais seu relacionamento e de uma forma injusta porque é muito fácil ser “amável” virtualmente e mostrar uma imagem de incompreendido(a) ou vítima para a pessoa no outro lado do chat. Ilusões são criadas e a coisa piora. E a verdade é que uma pessoa “interessante” também tem problemas.

A saída para evitar a infidelidade conjugal passa por diálogo sincero, humildade de ambos, marido e mulher, para aceitar dificuldades pessoais e procurar ajuda para resolvê-las, aceitar a limitação de todos os seres humanos para nos amar como sonhamos ser amados e aceitar o amor possível, parar de ter obsessão pelo outro, e aprender que homem e mulher são diferentes do ponto de vista comportamental o que produz a necessidade de aceitar as limitações pessoais e a compreensão de que o outro nunca poderá preencher todas as necessidades de cada um.





domingo, 22 de junho de 2014

Testosterona elevada potencializa a infidelidade masculina.






“A justificação biológica para a maior - ou mais assumida - tendência masculina para a infidelidade não é totalmente descabida. É pelo menos esta a conclusão que se retira do livro Química do Amor e do Sexo, da professora universitária Madalena Pinto. A testosterona - hormona que os homens produzem em quantidades 20 a 30 vezes superiores às mulheres - é a principal culpada.”

"Homens com menor tendência para o casamento, ou com maior tendência para o adultério ou ainda com maior propensão para o divórcio demonstram frequentemente um nível médio e alto de testosterona", escreve a professora de Química Orgânica e Química Farmacêutica e Medicinal na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, Madalena Pinto.
Em declarações à agência Lusa, Madalena explicou que a motivação do seu livro foi "aproximar a química de aspectos e de situações do dia-a-dia". Sendo que, defendeu, no que diz respeito à infidelidade existe "muita culpa no cartório" de hormonas e neuroquímicos.
A investigadora relacionou também com estas variações o facto de alguns homens adormecerem depois da relação física e de algumas mulheres esperarem ser "mimadas" por eles: Essa opção pelo sono após o sexo, que a mulher pode interpretar como uma forma de rejeição, não é, afinal, mais do que "um efeito de algumas substâncias químicas cerebrais", explicou.
"Esses comportamentos não têm apenas uma justificação química, esta é uma entre várias", ressalvou, explicando que pesam ainda "fatores genéticos, psicológicos, ambientais ou educacionais".
Ao DN, o sexólogo clínico Francisco Allen Gomes alerta também contra a excessiva valorização da chamada "hormona do amor" nestas situações, defendendo que "os aspectos químicos e os aspectos psicossociais são igualmente importantes".
O clínico confirma que mandar analisar os níveis de testosterona é um procedimento obrigatório perante um doente com "falta de desejo, cansaço ou apatia". Mas também lembra que "há homens com baixa testosterona que são sexualmente ativos e outros com índices altos que não são".
De resto, embora considere "muito complicado" identificar o perfil do homem infiel, Allen Gomes acaba por considerar que essa natureza "é muito mais cultural do que outra coisa".
Entre as possíveis influências, diz, podem não só estar perturbações comportamentais como a realidade sociocultural da pessoa. E até o período em que vive: "Numa certa época, o comportamento pode ser mais aceite, nomeadamente entre os homens, e noutras não."

Apesar das reticências, o especialista aplaude a publicação de obras sobre estes temas: "Não li o livro de Madalena Pinto , por isso não posso pronunciar sobre aspectos em particular", admite. "Mas tudo o que seja investigação sobre comportamentos humanos é bem vindo".

sábado, 21 de junho de 2014

Infidelidade masculina pode ser sinal de burrice????????????????


 “Ainda que durante muitos anos, cientistas de diversas partes do mundo sustentam que ao longo da história  da evolução, o sexo masculino sempre vem sendo relativamente polígamo, Hoje, especialistas em psicologia evolutiva, do London School of Economics, asseguram que essa condição está mudando e na atualidade, os homens têm uma menor propensão a serem infiéis.”


De acordo com o estudo dos pesquisadores, os homens que enganam suas esposas ou namoradas costumam ter menor coeficiente intelectual e os homens inteligentes são mais propensos a valorizar a exclusividade sexual.
O termo "fidelidade" está profundamente vinculado aos mais antigos valores morais e religiosos do ser humano. No entanto, para considerar que a fidelidade seja genuína, não deve se sustentar na tolerância, senão na decisão de viver cada instante comprometido com um projeto estabelecido com o casamento.
Soa bastante complicado, e mais quando é observado sob a lente da ciência, onde a infidelidade constitui um impulso próprio da condição fecundadora do macho.
Este novo estudo da London School of Economics oferece novos argumentos para quem defende a fidelidade dentro de um relacionamento, já que assegura que os homens que se identificam como liberais, ateus e fiéis possuem coeficientes intelectuais bem mais altos que os que se definem como crentes e infiéis.
Para estes cientistas então, um comportamento "fiel" nos homens seria um sinal de maior inteligência e por tanto, um traço inconfundível de evolução da espécie. Desde o ponto de vista científico, uma relação monogâmica supõe uma novidade evolutiva, em oposição ao homem primitivo, que era propenso à promiscuidade. 



Alguma coisa me diz que esta pesquisa foi feita por mulheres .