quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O QUE FAZ TRAIR

A crença é de que os homens trairiam mais que as mulheres. Eles aprendem desde pequenos que podem ter mais de um relacionamento e sentem se, por isso, apoiados na infidelidade. A idealização da parceira perfeita, pelos homens, e do homem que as apoie e as ajude, pelas mulheres (que costumam confundir "casamento com felicidade"), faz com que as pessoas reivindiquem muito umas das outras, o que gera frustrações e abre caminho para a infidelidade.
A perda da atração pelo companheiro é uma causa muito citada pelas pessoas infiéis . O desejo também pode ir morrendo com a convivência, ou porque os parceiros já não são mais os mesmos (a mulher pode engordar muito ou o homem pode não gostar de tomar banho). Assim, o desejo vai sendo reprimido e as fantasias sexuais se multiplicam, até que um dia aparece uma terceira pessoa.

Quanto maior a duração do casamento, maiores as possibilidades de desilusão. As origens do desapontamento são: excesso de trabalho, longas separações, conflitos emocionais, manias, longos silêncios, enfim, uma série de fatores que levam ao inevitável tédio do dia-a-dia.

TODOS SÃO INFIEL

São todos infiel
Todas as pessoas são infiéis e, portanto, este comportamento poderia ser considerado normal e esperado.
Segundo algumas estimativas, cerca de metade das pessoas tem casos. Antigamente, os homens lideravam este ranking. Atualmente, as mulheres estão se equiparando nas estatísticas. Maior acesso ao trabalho, autonomia financeira, independência da opinião familiar e até a disseminação de comportamentos pela internet contribuem para isso. Ainda assim, a fidelidade conjugal continua sendo norma. A infidelidade seria, então, algo desarranjado e sintomático, que interferiria profundamente na confiança e intimidade do casal.

Mas há os que advogam a ideia de que a fidelidade, para a espécie humana, não é uma lei natural, isto é, os seres humanos não seriam monogâmicos por natureza, e sim devido a condicionantes culturais, tais como religião, moral etc. O fato é que todos podemos ser uma coisa ou outra, dependendo das circunstâncias sociais que nos cercam.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

A INFIDELIDADE CONJUGAL É TAMBÉM UMA MALDADE

Uma das dores emocionais tida como a mais forte e devastadora é a que uma pessoa traída pelo cônjuge experimenta. Pessoas que passaram por esta experiência descrevem que foi como se uma faca tivesse atingido seu coração, partindo-o.  
Estudo científico feito pela Profa. Dra. Carmita Abdo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, publicado com o título “Descobrimento Sexual do Brasil”, revela dados alarmantes sobre o perfil de infidelidade dos brasileiros, homens e mulheres.
Nada justifica a traição num casal. Mesmo que explique, não justifica. Justificar tem que ver com provar que houve uma razão legal (dentro da lei) para o ato, ou significa tratar como justo um comportamento ou ainda provar a existência de um motivo legítimo para o ato realizado.
Trair não é justo.
O cônjuge que trai age injustamente. O cônjuge traído talvez tenha sido injusto no sentido de ter privado o outro de atenções, sexo, diálogo, companhia, etc. Ambos, traído e traidor, geralmente têm culpa no caso de uma infidelidade no casamento. Na verdade, não há um carrasco e uma vítima. Ambos erram.
Há casos em que o traidor age com traição de maneira muito injusta, sendo, assim, muito mais culpado da situação de dor e desmoronamento do relacionamento, tendo aberto uma ferida de muito difícil cicatrização. Há pessoas que traem porque são compulsivas sexuais cujo cônjuge não tem quase nenhuma culpa, se alguma, pelos constantes e freqüentes episódios sexuais fora de casa deste indivíduo adicto ao sexo.
Trair é uma maldade. Também. Se o cônjuge traído sempre foi fiel e fica sabendo da situação, instala-se uma dor de difícil cura. Abre-se uma ferida cheia de “pus” de ódio, tristeza, estranheza, sensação de estar casado agora com um inimigo, “sangra” muito. O que era íntimo, fica afastado; o que era confiável, fica desconfiado; o que era amigo, parece inimigo; o que era conhecido, fica estranho.
Dra. Abdo e equipe pesquisaram entre 3106 mulheres brasileiras e encontraram que as que menos traem seu marido são as do Paraná (19,3%) enquanto que as que mais traem são do Estado do Rio (34,8%). Outros Estados ficaram assim quanto à percentagem de mulheres que traem (em média): Pará 20,3%; Santa Catarina 23,3%; Mato Grosso do Sul 23,6%; São Paulo 24,1%; Bahia 25,2%; Pernambuco 26,5%; Ceará 26,7%; Goiás 27,7%; Minas Gerais 29,5%; Rio Grande do Norte 30,2% e Rio Grande do Sul 31,7%.
Quanto aos homens, os que menos traem são os do Paraná também, mas mesmo assim com índice muito alto (43%). Depois vem São Paulo com 44%; Minas Gerais 52%; Rio Grande do Sul 60%; Ceará 61% e o estado com maior número de homens infiéis é a Bahia com 64%. Ou seja, em cada 100 homens baianos casados, 64 traem suas esposas em algum momento da vida segundo este estudo da Dra. Carmita.
A prevalência de um “caso sexual” entre 6846 participantes da pesquisa mostrou o seguinte quadro: 50,6% dos homens brasileiros admitiram ter tido um “caso sexual” com outra mulher, enquanto que 25,7% das mulheres admitiram ter tido sexo com outro homem. Ou seja, em cada 100 homens casados no Brasil, 50 tiveram um “caso” e em cada 100 mulheres casadas, quase 26 também tiveram contato extraconjugal sexual. Uma lástima e uma tragédia indevidamente alimentada pela má mídia.
A internet favorece a infidelidade conjugal. Pessoas casadas frustradas em seu casamento buscam “amor” virtual. Isto mascara o problema e pode complicar as coisas. Cerca de 60% dos casos de traição virtual termina em sexo real.
Uma pessoa casada que busca erotismo na internet está maltratando seu casamento porque estará comparando injustamente seu cônjuge com uma imagem pornográfica. Da mesma forma a pessoa casada frustrada em seu matrimônio que busca romance na internet está afundando ainda mais seu relacionamento e de uma forma injusta porque é muito fácil ser “amável” virtualmente e mostrar uma imagem de incompreendido(a) ou vítima para a pessoa no outro lado do chat. Ilusões são criadas e a coisa piora. E a verdade é que uma pessoa “interessante” também tem problemas.

A saída para evitar a infidelidade conjugal passa por diálogo sincero, humildade de ambos, marido e mulher, para aceitar dificuldades pessoais e procurar ajuda para resolvê-las, aceitar a limitação de todos os seres humanos para nos amar como sonhamos ser amados e aceitar o amor possível, parar de ter obsessão pelo outro, e aprender que homem e mulher são diferentes do ponto de vista comportamental o que produz a necessidade de aceitar as limitações pessoais e a compreensão de que o outro nunca poderá preencher todas as necessidades de cada um.





domingo, 22 de junho de 2014

Testosterona elevada potencializa a infidelidade masculina.






“A justificação biológica para a maior - ou mais assumida - tendência masculina para a infidelidade não é totalmente descabida. É pelo menos esta a conclusão que se retira do livro Química do Amor e do Sexo, da professora universitária Madalena Pinto. A testosterona - hormona que os homens produzem em quantidades 20 a 30 vezes superiores às mulheres - é a principal culpada.”

"Homens com menor tendência para o casamento, ou com maior tendência para o adultério ou ainda com maior propensão para o divórcio demonstram frequentemente um nível médio e alto de testosterona", escreve a professora de Química Orgânica e Química Farmacêutica e Medicinal na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, Madalena Pinto.
Em declarações à agência Lusa, Madalena explicou que a motivação do seu livro foi "aproximar a química de aspectos e de situações do dia-a-dia". Sendo que, defendeu, no que diz respeito à infidelidade existe "muita culpa no cartório" de hormonas e neuroquímicos.
A investigadora relacionou também com estas variações o facto de alguns homens adormecerem depois da relação física e de algumas mulheres esperarem ser "mimadas" por eles: Essa opção pelo sono após o sexo, que a mulher pode interpretar como uma forma de rejeição, não é, afinal, mais do que "um efeito de algumas substâncias químicas cerebrais", explicou.
"Esses comportamentos não têm apenas uma justificação química, esta é uma entre várias", ressalvou, explicando que pesam ainda "fatores genéticos, psicológicos, ambientais ou educacionais".
Ao DN, o sexólogo clínico Francisco Allen Gomes alerta também contra a excessiva valorização da chamada "hormona do amor" nestas situações, defendendo que "os aspectos químicos e os aspectos psicossociais são igualmente importantes".
O clínico confirma que mandar analisar os níveis de testosterona é um procedimento obrigatório perante um doente com "falta de desejo, cansaço ou apatia". Mas também lembra que "há homens com baixa testosterona que são sexualmente ativos e outros com índices altos que não são".
De resto, embora considere "muito complicado" identificar o perfil do homem infiel, Allen Gomes acaba por considerar que essa natureza "é muito mais cultural do que outra coisa".
Entre as possíveis influências, diz, podem não só estar perturbações comportamentais como a realidade sociocultural da pessoa. E até o período em que vive: "Numa certa época, o comportamento pode ser mais aceite, nomeadamente entre os homens, e noutras não."

Apesar das reticências, o especialista aplaude a publicação de obras sobre estes temas: "Não li o livro de Madalena Pinto , por isso não posso pronunciar sobre aspectos em particular", admite. "Mas tudo o que seja investigação sobre comportamentos humanos é bem vindo".

sábado, 21 de junho de 2014

Infidelidade masculina pode ser sinal de burrice????????????????


 “Ainda que durante muitos anos, cientistas de diversas partes do mundo sustentam que ao longo da história  da evolução, o sexo masculino sempre vem sendo relativamente polígamo, Hoje, especialistas em psicologia evolutiva, do London School of Economics, asseguram que essa condição está mudando e na atualidade, os homens têm uma menor propensão a serem infiéis.”


De acordo com o estudo dos pesquisadores, os homens que enganam suas esposas ou namoradas costumam ter menor coeficiente intelectual e os homens inteligentes são mais propensos a valorizar a exclusividade sexual.
O termo "fidelidade" está profundamente vinculado aos mais antigos valores morais e religiosos do ser humano. No entanto, para considerar que a fidelidade seja genuína, não deve se sustentar na tolerância, senão na decisão de viver cada instante comprometido com um projeto estabelecido com o casamento.
Soa bastante complicado, e mais quando é observado sob a lente da ciência, onde a infidelidade constitui um impulso próprio da condição fecundadora do macho.
Este novo estudo da London School of Economics oferece novos argumentos para quem defende a fidelidade dentro de um relacionamento, já que assegura que os homens que se identificam como liberais, ateus e fiéis possuem coeficientes intelectuais bem mais altos que os que se definem como crentes e infiéis.
Para estes cientistas então, um comportamento "fiel" nos homens seria um sinal de maior inteligência e por tanto, um traço inconfundível de evolução da espécie. Desde o ponto de vista científico, uma relação monogâmica supõe uma novidade evolutiva, em oposição ao homem primitivo, que era propenso à promiscuidade. 



Alguma coisa me diz que esta pesquisa foi feita por mulheres .

sexta-feira, 30 de maio de 2014

20 CONSELHOS PARA SALVAR SEU CASAMENTO

1.   Nunca deixe de namorar. Nunca deixem de sair. Nunca jamais ache que ela(e) será sua para sempre. Nunca esqueça de que ela te escolheu, de modo que nunca fique com preguiça no seu amor.
2.   Proteja seu próprio coração e nunca perca o amor próprio. Mas reserve um lugar especial em seu coração onde ninguém mais que sua esposa(o) possa entrar.
3.   Apaixone-se uma e outra e outra vez. Sempre existirão mudanças, tanto nela como em você, e é por isso que ambos terão que se reeleger todos os dias. Cuide de seu coração, senão ela(e) pode dá-lo a outro e talvez nunca mais o recupere. Lute sempre para ganhar seu amor tal e qual fez quando ainda a paquerava.
4.   Sempre veja o melhor dela. Enfoque-se no que ama e não no que te chateia, e assim vai se dar conta de que é o homem mais feliz sobre a Terra por ter essa mulher como esposa.
5.   Não é seu trabalho corrigi-la. Deve amá-la tal como é, sem esperar que ela mude. E se isso se acontecer, ame no que se converta.
6.   Seja responsável por suas próprias emoções. Não é trabalho de sua esposa te fazer feliz, você deve buscar sua própria felicidade e quando encontrá-la, sua alegria inundará sua relação de casal.
7.   Nunca culpe a sua esposa se por acaso ficar frustrado ou chateado com ela. São suas emoções e é sua responsabilidade. Quando se sentir assim, dá um tempo e olhe para teu interior.
8.   Deixe a se como é. Quando ela estiver triste ou bronqueada com alguma coisa, seu único trabalho é abraçá-la e apoiá-la. Faça com que saiba que a escuta, que ela é importante e que você é o pilar sobre o qual sempre poderá se apoiar. Assim confiará e abrirá sua alma. Nunca fuja destes momentos, escute e seja forte.
9.   Seja bobo. Não leve tudo tão a sério. Ria e faça com que ela ria também. O riso torna tudo bem mais fácil.
10.                Preencha sua alma todos os dias. Conhece as maneiras de ela se sentir importante, validada e apreciada. Peça que faça uma lista com 10 coisas que a fazem sentir amada, memorize e aplique todos os dias para fazê-la se sentir como uma rainha.
11.                Seja um marido presente. Não apenas lhe dê seu tempo, senão também sua atenção e sua alma. Trate-a como se fosse seu cliente mais importante, aquele que não pode perder nunca.
12.                Estimule sua sexualidade. Deixe-a que se derreta em sua maciez feminina, enquanto saiba que pode confiar plenamente em você.
13.                Não seja idiota, mas também não tema ser um. Cometerá erros, mas tente que não sejam muito grandes e aprenda com eles. Ninguém é perfeito, mas só trate de não ser tão estúpido.
14.                Dê lhe seu espaço. As mulheres são boas para entregar e se dar, e às vezes precisam ser lembradas que devem tomar um tempo para elas mesmas, sobretudo se têm filhos. Elas precisam desse espaço para se renovar e reencontrar-se.
15.                Seja vulnerável. Pode perder sua integridade e "masculinidade" de vez em quando, e compartilhar seus medos e sentimentos.
16.                Seja totalmente transparente. Se quiser que ela confie em você, deve compartilhar tudo, em especial o que não quer compartilhar. Tire a máscara e assim poderá experimentar o amor em toda sua dimensão.
17.                Nunca deixem de crescer juntos. Quando deixa de trabalhar os músculos, estes se atrofiam. O mesmo ocorre com as relações. Busquem metas comuns, sonhos e visões nas quais podem trabalhar como uma equipe.
18.                Não se preocupe com o dinheiro. Trabalhem juntos e busquem a forma de equilibrar as forças de ambos para ganhá-lo.
19.                Perdoe de imediato e concentre-se no futuro. Aferrar-se aos erros do passado que você ou ela cometeu, é uma âncora muito pesada que sempre deterá um casamento. O perdão liberta.

20.                Sempre escolha o amor. Definitivamente, este é o único conselho que precisa. Se este for o princípio que te guia, nada ameaçará a felicidade de seu casamento.

A INFIDELIDADE É UNIVERSAL


“Comigo jamais vai acontecer isso".

Muitas pessoas acham que a infidelidade é algo impossível em seu relacionamento porque  eu saberia imediatamente.
 Ledo engano! Nada mais longe da realidade, a pessoa infiel cuida muito para que cada um de seus atos não desperte nenhuma suspeita e não é à toa que o traído seja sempre o último, a saber.
A infidelidade é universal, acontece em todos as culturas, afeta por igual com independência de idade ou do nível econômico do casal. É um engano crasso achar que está livre de ser vítima de sentimentos como frustração, humilhação, ansiedade e raiva gerados pela traição e deslealdade.

Não se trata de ficar obcecado com o assunto, mas se suspeitar que algo mudou em sua relação tenha em conta as seguintes pautas:
·              Seu casal aumentou consideravelmente o volume de trabalho;
·              As horas extras disparam. Surgem de repente reuniões de trabalho que, em ocasiões, são suspensas da mesma forma, inesperadamente;
·              Aumentam as viagens de trabalho;
·              Relaciona-se com novos amigos que você não conhece e dos quais seu casal diz ignorar endereço e telefone;
·              Usa excessivamente a internet, celular ou qualquer outro meio de comunicação, criando novas contas de e-mail, ocultando as senhas, apagando o histórico do navegador e inclusive do computador
·              Esconde as faturas do celular, os extratos do cartão de crédito, abre uma nova conta corrente;
·              Surgem despesas de difícil justificativa;
·              Aparecem quilômetros a mais no odômetro do carro e a conta da gasolina é mais elevada e frequente;
·              Tem um estado de felicidade que, em princípio, não tem justificativa aparente;
·              Fica "ausente" enquanto mantém uma conversa ou realiza algo;
·              Muda os hábitos sexuais. Pode existir uma perda de interesse ou talvez solicite novas práticas;
·              Não usa a aliança alegando desculpas tolas e absurdas;
·              Mudanças radicais de costume ou atitude: demora mais no banho e, inclusive, muda seu estilo;
·              Cancelamento de compromissos sociais comuns;
·              Cheira a perfume diverso ou a álcool;
·              Esquece-se de compromissos familiares;
·              No caso de ser mulher, faz um corte de cabelo radicalmente diferente; se homem, compra cuecas novas.
Causas mais comuns da infidelidade:
1.       Do casal ideal ao real. Quando finaliza a fase da paixão, o casal idealizado vai dando mostras do casal real, o que em muitas ocasiões pode defraudar as próprias expectativas. Por isso é muito bom viver um namoro de dois ou três anos antes de compartilhar um lar;
2.       perda de interesse  do casal para nós pode motivar que centremos os olhos em outra pessoa que nos valorize e ressalte nossas virtudes para não cair em um sentimento de frustração e de baixa autoestima;
3.       A rotina. Um dos maiores riscos em parceiros de longa duração é a monotonia. Quando uma das partes, quase sempre a mulher, sente que seu parceiro não está lhe dando mais a atenção devida e que o tempo que passam juntos se caracteriza pela falta de comunicação, a relação perde seu encanto. Se uma terceira pessoa cruzar o caminho neste exato instante e oferecer atenção, emoção, mistério, conversa... é chifre na certa;
4.       Mudanças nas relações sexuais. Em frequência e qualidade. As relações sexuais constituem um elemento de união em todo casal. Se uma das partes sente-se insatisfeita -em geral, os homens-, pode cair nos braços de alguém que lhe ofereça o que não obtém em casa, inclusive, ainda que siga amando seu casal estável;
5.       Dependência emocional dos pais. Se um dos dois não amadureceu o suficiente e mantém uma grande dependência de seus pais, pode fazer o parceiro sentir-se apartado e insatisfeito, porque só valerão as opiniões dos pais. Neste caso, quase sempre, buscará uma via de escape;
6.       Sentir-se ativo. Há pessoas que chegada uma determinada idade precisam seguir sentindo que são capazes de seduzir pessoas diferentes;
7.       De mútuo acordo. Em alguns casos, as relações fora do casamento são consentidas com o objetivo de satisfazer as próprias necessidades que não são cobertas com a relação estável;
8.       Mudança de status. Uma ascensão, contar com uma importante soma de dinheiro, provoca em algumas pessoas uma falsa sensação de poder que lhes convida a manter relações com aquele/aquela que se proponha.;